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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Três meses de namoro!

Pois é, minha gente, completei três meses de namoro com a Patrícia. Três meses de muito amor, de muita felicidade, de muita lealdade, de muita cumplicidade, de muita conexão. Três meses de muita conversa, de muitos conselhos. Três meses de muita evolução, principalmente na parte física. Fui me descobrindo e me superando na maneira de te ajudar, né Pati? Só para citar um exemplo, me lembro das primeiras vezes em que precisei te colocar na cadeira de rodas. Que trabalho! Hoje, está bem mais fácil.
Aliás, nem eu imaginava que pudesse te ajudar tanto. Você não imagina o quanto me deixa feliz poder te ajudar porque, além de ser uma forma de carinho, mostra que posso me superar mesmo com as minhas limitações físicas. E você, mais do que ninguém, hoje sabe o valor das pequenas conquistas.
Pati, se eu conto nos dedos os três meses que estou contigo, é porque acho uma façanha um homem como eu, que tinha um medo enorme de mulher (e você sabe disso), que achava que não tinha competência nenhuma para conquistar uma moça, manter um relacionamento de verdade com uma guria tão legal como você. Repito bastante que estou há três meses contigo porque considero uma vitória pessoal para um homem medroso como eu. Aliás, como já te disse, você é a minha primeira namorada de verdade. E como o ditado diz: a vida começa aos 40, né?
Pati, sendo bem sincero contigo como sempre sou, digo que vou parar este texto por aqui porque, se eu contar tudo o que penso sobre o nosso relacionamento aqui, não terei o que escrever nos próximos meses. E ainda temos muito o que contar, muito o que aprender, muito o que evoluir... Até 2092, né?
Te amo!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Greve de ônibus em Porto Alegre

Minha gente, hoje começou uma greve de ônibus aqui em Porto Alegre. Não discuto o direito das pessoas fazerem a greve até porque já participei de uma quando trabalhava no Banrisul. Todos nós sabemos que, no sistema capitalista, os salários dos funcionários normalmente ficam abaixo do que as pessoas merecem. Mas, numa situação como a paralisação de hoje, os cadeirantes são os mais prejudicados no seu direito de ir e vir, que é um direito de todo mundo.
Já é uma dificuldade pegar um ônibus adaptado devido a sua escassez e discutimos bastante esse assunto aqui no blog ultimamente. O número de lotações acessíveis é menor ainda. Nós sobra a alternativa do táxi mas, aqui em Porto Alegre, muitos taxistas não aceitam carregar a cadeira de rodas por causa do cilíndro de GNV.
E aí? Como os cadeirantes fazem para chegar no local de trabalho? Cadê o seu direito de ir e vir? Não tem nenhuma lei que dê liberdade para eles faltarem ao trabalho numa situação dessas. 
Como eu e a Patrícia resolvemos esse problema no dia de hoje? Já que as linhas de ônibus que passam em frente a casa dela não estavam circulando, caminhamos uns 400 metros para pegar uma outra linha e cheguei mais de hora atrasado (o meu horário de trabalho começa antes do da Pati). Para tudo isso, contamos com a inestimável da minha sogra Mara que antes foi até a avenida ver se tinha ônibus circulando e depois empurrou a cadeira da Pati até a parada.
Os cadeirantes são os mais prejudicados numa greve como essa dos ônibus. Espero que ela acabe logo.


 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Historinha legal no shopping

Minha gente, no sábado, fui ao shopping com a Patrícia e passamos por uma situação muito bonitinha. Quando ela estava descendo do ônibus acessível, um menino bem loirinho (devia ter uns três anos) quis ver o elevador funcionando (aliás, demos sorte neste final de semana: passaram três ônibus por nós. Dois eram adaptados). Ficou com aquela carinha curiosa vendo a cena até a mãe chamar.
Brincamos um pouco com ele, nos despedimos e seguimos adiante. Logo depois, nos encontramos novamente e a mãe disse que tava explicando para ele que a Patricia andava de cadeira de rodas porque tinha um dodói nas pernas (aquela típica explicação para criança pequena). Resposta dele segundo a mãe: eu também tenho um dodói na perna (e mostrou um machucadinho nas pernas). Portanto, ele também queria uma cadeira de rodas igual a dela.
É claro que achamos graça da criança. E aí fiquei me lembrando como era frequente esse tipo de situação quando eu era mais novo, até a adolescência. A criança parava e te perguntava: "tio, cê tá dodói?" ou "tio, o que você tem na perna?". Mas, infelizmente, há muitos anos isso parou de acontecer e eu não sei o porquê. Hoje em dia, as crianças te olham mas não perguntam. Confesso que sinto falta daquele olhar inocente me perguntando o que eu tenho.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Será que as câmeras da Fox Sports voltarão?

Minha gente, quem acompanha esse blog há algum tempo, sabe a celeuma que deu o caso das câmeras da Fox Sports no jogo contra o Santa Fe. As explicações estão nos textos abaixo: http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2013/05/jogo-contra-o-santa-fe.htmlhttp://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2013/05/ainda-as-cameras-da-fox.html . Para quem está com preguiça de ler, eu explico rapidamente: na Libertadores do ano passado, fui ver o jogo do Grêmio contra o Santa Fe. Quando estava chegando no meu lugar, me deparei com duas câmeras de TV no espaço destinado aos cadeirantes. Conversei com os profissionais que lá estavam e eles me disseram que eram da Fox Sports e que aquele local tinha sido designado para eles trabalharem. A Daiana, que é cadeirante, comprou aqueles lugares para ela e para o pai dela mas não pode usar pois os profissionais foram irredutíveis. Resolvi fotografar a cena e divulgar no facebook. A repercussão foi enorme. Só do meu status, foram 779 compartilhamentos sem contar os "sub-compartilhamentos". A grande maioria das pessoas que comentaram estavam indignadas com a postura da emissora.
Pois, felizmente, o Grêmio classificou-se novamente para a Taça Libertadores da América. Serão, pelo menos, três jogos na Arena (espero que sejam sete até a final). A estreia aqui será no dia 25 de fevereiro contra o Nacional de Medellin (aqueles mesmos que perderam a decisão de 95 para nós), numa terça-feira, às 22h.
Será que a Fox Sports mudará a sua postura e não colocará as suas câmeras onde não deve? 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

16 mil acessos!

Minha gente, alcançamos rapidamente 16 mil visualizações. Muito em função do texto sobre o Claudinho (http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2014/01/palestra-de-claudio-luciano.html) que se tonou o segundo mais lido da história do blog em tempo recorde. Isto só comprova a força que ele tem.
Do total de visitas, 51,72% são nacionais e 48,28% internacionais. Quem acompanha o blog, já deve ter percebido que, daqui a algum tempo, esta situação provavelmente se inverterá: as visualizações estrangeiras ultrapassarão as brasileiras. O número de países que já nos acessou chegou a 63: Brasil; Alemanha; Estados Unidos; Rússia; Gana; Letônia; Portugal; República Tcheca; Canadá; Reino Unido; Honduras; Uruguai; Colômbia; Israel; Barbados; Japão; Arábia Saudita; Emirados Árabes; Polônia; Malásia; Nicarágua; Espanha; Senegal; Índia; Austrália; Iraque; Argentina; Nova Zelândia; Chile; Bélgica; Ucrânia; França;Itália; Suécia; Indonésia; Irlanda; Romênia; Turquia; Noruega; Catar; Cabo Verde; Geórgia; México; Paquistão; Estônia; Bulgária; Filipinas; Venezuela; Suíça; Peru; Holanda; Sérvia; China; Hungria; Coréia do Sul; Belarus; Bolívia; Moldávia; Tailândia; Vietnã; Uzbequistão; Equador e Egito.
O número de seguidores aumentou um pouquinho. Agora, são 126. Estamos indo de vento em popa. 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

E a farsa continua...

Minha gente, a farsa do Criança Esperança continua. Em agosto do ano passado, escrevi um artigo aqui pro blog defendendo a ideia de que o Criança Esperança é uma safadeza e eu elenquei, ponto por ponto, o porquê de eu achar isso (http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2013/08/nunca-doarei-para-o-crianca-esperanca.html).
Pois, no ano passado, a sem vergonhice continuou. A Globo disse que o Criança Esperança arrecadou R$ 17,7 milhões (coincidência ou não, o mesmo valor de 2012). Aqui está a prova, tirada do próprio site do Criança Esperança: http://redeglobo.globo.com/criancaesperanca/noticia/2013/10/filme-apresenta-o-balanco-da-campanha-crianca-esperanca-2013.html .
O Teleton, mesmo com a audiência do SBT, que é bem menor do que a da Globo, conseguiu arrecadar R$ 27 milhões (o vídeo do término da campanha está aí abaixo para quem quiser ver). Estranho, não?
Por isso, é que continuo repetindo o que defendi no texto de agosto: nunca doarei para o Criança Esperança. Essa campanha só existe para a Globo enriquecer mais ainda.      

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Palestra de Cláudio Luciano

Minha gente, ainda no final do ano passado, assisti uma palestra maravilhosa do Claúdio Luciano Dusik. Já conhecia o Claudinho, como ele é conhecido, da Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em Brasília.
Confesso que vi-o lá em Brasília com o seu jeito frágil e pensei que ele sequer falava. Só dei um oi ao Claudinho. No meu preconceito, achei que a delegada da conferência era a mãe dele. Vi-o, literalmente, como um inválido. Imbecilidade minha, né? Ainda tenho que melhorar muito nesse aspecto.
Eu e a Patricia fomos convidados para uma palestra dele na Procergs e aí descobri a incrível história de vida do Claudinho. Ele tem uma doença rara conhecida como atrofia muscular espinhal e tinha uma expectativa de vida de apenas sete anos. Felizmente, a família dele encarou essa situação da maneira mais positiva possível e o Claudinho superou essa expectativa de vida. Hoje, ele tem mestrado em educação e mais um monte de especializações. Fiquei com inveja dessa garra.
Mas não contarei muito a história dele. Vou deixar que ele mesmo faça isso. O vídeo da palestra foi disponibilizado no youtube. São três partes e os links estão aqui disponíveis para vocês. Só direi uma coisa: eu e a Patricia nos emocionamos.
Os links são esses (é só copiar e colar): http://www.youtube.com/watch?v=XRCDYBZ2T0w, http://www.youtube.com/watch?v=JcNID6-p8U0, http://www.youtube.com/watch?v=GX9VxrlkKjU . A palestra é longa mas vale muito a pena.
Agradeço ao meu amigo Giba e a Procergs por ter nos proporcionado esses momentos maravilhosos. E eu virei fã do Claudio.
 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Fiz exame de toque!

Minha gente, confesso: fiz meu primeiro exame de toque! Afinal, cheguei aos 40, né? Nunca tive preconceito com esse tipo de coisa como não tenho com algumas outras, como homem beijar homem no rosto. Se mulher beija uma amiga no rosto e não vira lésbica, por que homem que beija um amigo, automaticamente já há desconfiança de que ele é gay? Puro preconceito.
Uma vez, o Raul Gil estava apresentando um casal no seu programa e beijou a mulher no rosto. O auditório pediu para ele beijar o rapaz e o Raul beijou. Frase dele: "prefiro beijar um homem no rosto do que dar um soco nele". Foi aplaudido na hora.
Então, ontem, fiz meu exame de toque sem medo e não vi nada demais. Aliás, o doutor que me atendeu é um senhor muito simpático, com um excelente papo. Aprendi bastante com ele. E, depois da consulta, continuei amando a Patricia.
Recomendo a quem tem esse preconceito, que perca esse medo. Garanto a vocês que a sua masculinidade não será afetada e a sua saúde será preservada.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Artigo meu sobre ônibus acessíveis no Correio de hoje

Minha gente, ontem escrevi um artigo sobre o descaso com os cadeirantes nos ônibus acessíveis em Porto Alegre. Tenho passado muito aperto com a Patricia nesse sentido. Conversei com outros amigos cadeirantes e a reclamação é a mesma. Aí, resolvi escrever este texto que foi publicado no Correio do Povo de hoje:
 
                                                 Ônibus acessíveis em Porto Alegre

Um dos grandes problemas dos cadeirantes que andam por Porto Alegre é a dificuldade de circular pelos ônibus acessíveis, principalmente aqueles que tem elevadores para as cadeiras de rodas.

Namoro uma cadeirante, tenho amigos que usam cadeiras de rodas e as reclamações são as mais variadas possíveis. Primeiro, fico me perguntando porque todos os ônibus não são acessíveis. Por que os cadeirantes tem que esperar mais tempo numa parada? Eles, como qualquer outra pessoa, tem que cumprir o mesmo horário de trabalho ou de aula. Não existe uma tolerância pelo fato de eles usarem uma cadeira de rodas ou do ônibus não ter acessibilidade. Neste último final de semana, para um simples passeio, de sete ônibus que nós paramos, apenas um estava acessível. Ou seja, uma atividade de lazer pode se tornar um momento extremamente desagradável devido a falta de acessibilidade no transporte coletivo da capital. A prefeitura informa que mais da metade da frota pode levar uma cadeira de rodas. Ou seja, o cadeirante, provavelmente, demorará o dobro do tempo para chegar ao seu destino.

Outro problema que frequentemente acontece é os elevadores não funcionarem, o que é um absurdo. Como as empresas deixam os ônibus sair da garagem sem testar os dispositivos todas as manhãs? Qual é o papel da EPTC nessa situação? Ela não faz essa fiscalização? Por que as empresas não substituem esses elevadores por rampas, que são facilmente manuseáveis e não tem risco de quebrar?

Uma outra situação que, infelizmente, os cadeirantes tem de enfrentar é a falta de habilidade de alguns cobradores ou motoristas, que não colocam o cinto nas pessoas com deficiência ou não afivelam as cadeiras, colocando em risco a segurança dos deficientes. Quando não, é evidente a má vontade dos profissionais que trabalham nos ônibus com relação aos cadeirantes. Talvez porque pensem que não existe a possibilidade de algum deles precisar usar uma cadeira de rodas um dia.

Acessibilidade não é um ato de bondade. É um direito das pessoas com deficiência. Nós (também sou deficiente físico) temos necessidades diferentes mas direitos iguais ao de qualquer outro.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

15 mil acessos!

Minha gente, atingimos a marca de 15 mil visitas! Agora está tudo mais fácil porque, em quase todos os meses, ultrapassamos mil visualizações.
Mais um país nos descobriu: o Egito. Agora, são 63. A lista é essa: Brasil; Alemanha; Estados Unidos; Rússia; Gana; Letônia; Portugal; República Tcheca; Canadá; Reino Unido; Honduras; Uruguai; Colômbia; Israel; Barbados; Japão; Arábia Saudita; Emirados Árabes; Polônia; Malásia; Nicarágua; Espanha; Senegal; Índia; Austrália; Iraque; Argentina; Nova Zelândia; Chile; Bélgica; Ucrânia; França; Itália; Suécia; Indonésia; Irlanda; Romênia; Turquia; Noruega; Catar; Cabo Verde; Geórgia; México; Paquistão; Estônia; Bulgária; Filipinas; Venezuela; Suíça; Peru; Holanda; Sérvia; China; Hungria; Coréia do Sul; Belarus; Bolívia; Moldávia; Tailândia; Vietnã; Uzbequistão; Equador e Egito.
Do total de acessos, 52,39% são nacionais e 47,61% internacionais. O número de seguidores do blog continua o mesmo: 125.
Começamos o ano muito bem!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Um Reveillon diferente

Minha gente, como vocês foram de passagem de ano?
Este ano, eu passei um reveillon diferente com a família da Patricia, em Itati, uma cidade do litoral do Rio Grande do Sul, perto de Torres. Foi uma experiência legal porque gosto muito deles (aliás, pela primeira vez, passei um fim de ano longe da minha família).
A dona Olva, mãe da Mara e vó da Patricia, tem um sítio no meio do mato lá que foi transformada em colônia de férias da escolinha de futebol do Renato, filho dela. É um lugar bem aconchegante e muito bem organizado. Tem uma piscina e campo de futebol. Os vestiários tem decoração com motivo de futebol. Tem também um Play Station para deixar a criançada mais á vontade. E o sítio também serve para descanso da família e dos amigos, que foi o que fizemos.
Fomos para lá na terça depois do meio dia porque, antes, o Adriano, namorado da Mara, tinha que trabalhar. Antes de irmos, a Pati deu uma ideia muito bonitinha e romântica, prova do amor dela por mim: ela queria ir sentada no banco de trás do carro junto comigo. Eu explico para vocês: como tem problemas de mobilidade, ela sempre vai no banco da frente. O Adriano, prontamente, atendeu o pedido dela. Puxamos os bancos da frente mais pra frente ainda. Eu sentei no banco de trás, o Adriano pegou-a no colo e me passou-a para que eu pudesse ajeitá-la. Foi mais fácil do que imaginávamos. Os casais sentaram juntos: Adriano e Mara na frente, Pati e eu atrás. Achamos que o trânsito estaria intenso mas a viagem transcorreu normalmente.
Chegamos no final da tarde e eu e a Pati já caímos na piscina. Para nós dois que temos sérios problemas de equilíbrio, foi uma situação bem interessante e reveladora porque pudemos fazer muitas coisas que não conseguimos fora da água. Por exemplo, ela pode caminhar na piscina e eu pude pegá-la no colo.
Passamos a virada do ano na casa da mãe do Adriano. É claro que, como não conhecia ninguém, fiquei calado no começo mas depois me soltando e me sentindo em casa porque a família do Adriano também é muito receptiva. Depois, fomos ver os fogos na rua.   
Na quarta-feira, eu e a Pati limpamos as rodas da cadeira dela. Depois, lemos um pouco (somos um casal cultural. Eheheheh...). Para o almoço, vieram outros familiares dela e parentes do Adriano. Na parte da tarde, foi gostoso porque caiu todo mundo na piscina e fizemos uma farra boa, brincamos com uma bola de futebol. À noite, jantamos e fomos embora. Chegamos em Porto Alegre de madrugada. Dormi na casa dela e, no dia seguinte, viemos juntos para o trabalho, o que também foi uma experiência inédita para nós.
O Reveillon mostrou que o ano de 2014 promete para mim e para ela. Espero que vocês também possam aproveitar esse ano tão intensamente quanto nós.